Tem uma coisa que ninguém escreve nos relatórios de turismo: muitas das viagens e experiências que ficam na memória passam, em algum momento, pelo cuidado de uma mulher.
Por exemplo, a mulher que atendeu o telefone às 23h quando o voo cancelou. A que lembrou do aniversário de bodas do casal sem eles terem mencionado. Aquela que segurou a ansiedade de uma família inteira com a voz calma de quem já resolveu coisa pior. A que construiu um departamento do zero, sozinha, em madrugadas que ninguém viu.
Na MMC Turismo, essas mulheres têm nome, cargo, trajetória e espaço para falar sobre o que vivem. Neste Mês da Mulher, abrimos espaço para que elas respondessem o que significa trabalhar com turismo. O que veio de volta foi muito mais do que esperávamos.
“Ser mulher no turismo é transformar cuidado em experiência, organização em sonhos realizados e desafios em novas rotas.”
— Heloisa, 41 anos, está no turismo desde 2002.
As trajetórias delas não foram lineares
Nenhuma delas planejou o turismo como destino. Uma queria pagar a faculdade de direito e ficou 15 anos. Outra foi indicada por uma colega enquanto procurava emprego e descobriu que era exatamente para isso que havia nascido. Uma terceira entrou como jovem aprendiz, veio do salão de beleza e hoje fala com propriedade sobre o que significa pertencer.
Tem a que passou em concurso público para professora de história e se tornou a responsável financeira de duas empresas num setor que não conhecia. A que sofreu uma crise de pânico, voltou para Foz do Iguaçu, fez uma oração pedindo um recomeço e no dia seguinte o telefone tocou. Hoje, anos depois, ela lidera o RH de toda a empresa.
Inegavelmente, cada trajetória é diferente. Mas todas passam pelo mesmo ponto: o momento em que elas descobriram que o turismo não é só um emprego. É uma escolha de vida feita de pessoas, histórias e memórias que pertencem a outros, mas que deixam marcas em quem as constrói.
“Turismo não se trata apenas de lugares, mas de sonhos. Cada viagem carrega histórias, expectativas e emoções, e fazer parte desses momentos torna o trabalho muito especial.”
— Ana Vytoria, 25 anos.
O que ainda pesa na rotina das mulheres
Tem uma pergunta que algumas responderam com a mesma dor, porém em palavras diferentes: você já precisou provar mais do que deveria pelo simples fato de ser mulher?
A resposta, em quase todos os casos, foi sim.
A cliente que liga e pede para falar com “o responsável”, mesmo quando a responsável atendeu, assinou, resolveu. O ambiente que escuta diferente quando a voz que fala é masculina. A percepção de que trabalho igual ainda não significa reconhecimento igual.
Ainda assim, elas lidam com essas situações com objetividade, apoiando suas posições em fatos, dados e resultados. Falam com a serenidade de quem transformou o obstáculo em combustível.
E seguem em frente.
“A gente só perde para doença e para morte. O restante, com paciência, fé e foco, você domina. Respira, pensa e vai.”
— Rosangela, 45 anos.
O cuidado que sustenta o turismo
Existe um consenso entre todas elas — não combinado, espontâneo — sobre o que as mulheres trazem de diferente para o turismo.
Não se trata de justificar a diferença. É um modo de estar no trabalho que prioriza o detalhe que ninguém pediu, a necessidade que ainda não foi dita, o momento emocional que está por trás da reserva de uma viagem. Também é entender que a família que chega cansada no aeroporto não precisa de eficiência, precisa mesmo é de acolhimento.
“É mágico. Quem melhor que a mulher para entender o turbilhão de emoções que as experiências turísticas podem oferecer?”, diz Patricia Marcelino, de 39 anos.
Isso tem valor concreto no turismo. Em um setor que vende experiências — não produtos, não serviços, experiências —, a capacidade de ler as pessoas antes que elas falem é, sem dúvida, o ativo mais valioso que existe.
“Ser mulher no turismo é ser autêntica, aberta a evoluir nesse mundo contagiante, pois nosso segmento é vida, é movimento, é luz, é feito de chegadas e partidas e de experiências extraordinárias.”
— Lu Furlin, 49 anos.
O que elas dizem para quem está começando no turismo
Perguntamos e as respostas vieram com experiências diferentes entre si.
“Ame o que faz e todo dia se tornará prazeroso lidar com sonhos. Você encontrará obstáculos, pessoas difíceis, mas nada supera o carinho de quem volta para agradecer porque você criou memórias que serão levadas para a vida.” — Patricia Marcelino, 39 anos.
“Se permita vivenciar o turismo além do operacional. Entenda que trabalhamos com o sonho do outro e trabalhamos também para realizar os nossos próprios sonhos enquanto mulheres e profissionais.” — Lu Furlin, 49 anos.
“Faça com que suas ideias sejam ouvidas. Mostre para o que você veio. Não deixem que te calem.” — Carmem, 36 anos.
“Se jogue no turismo. É muita coisa e sempre cheio de surpresas, mas cada momento é uma ótima história pra contar.” — Polyana, 19 anos.
“Ninguém rouba a luz que existe em você. Ilumine a vida de outras pessoas com ela.”
— Rosangela, 45 anos.

Por que a MMC Turismo valoriza o movimento
Esta ação não surgiu só por causa do calendário. Nasceu da percepção de que existe, dentro da nossa empresa, um capital humano feminino que merece ser visto, nomeado e celebrado. Não uma vez por ano, mas como parte estrutural do que somos.
Quando a MMC Turismo olha para suas mulheres, vê pessoas que construíram departamentos do zero, que atravessaram pandemias com clientes presos em aeroportos, que decidiram ficar mesmo quando poderiam ter ido embora, que abriram portas por onde outras estão passando agora.
Valorizamos essas profissionais por aquilo que entregam no dia a dia. Também valorizamos porque sem elas, sem esse repertório de atendimento, organização e leitura de contexto, o turismo que a MMC faz seria outro.
Elas têm papel central na forma como o turismo acontece aqui.
Agora isso está sendo dito de forma mais direta.
Elas movem o turismo e a MMC se move com elas
Conheça os passeios da MMC Turismo e entenda como a força das nossas mulheres transforma os atrativos em experiências ainda mais incríveis!
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A sua próxima aventura te espera!


